terça-feira, 19 de outubro de 2010

Frases dos Peanuts



Frieda: É um bom dia… Se eu fosse um cachorro, eu sairia a perseguir coelhos num bom dia …
Snoopy: Se ele é tão belo dia, porque estragar-lo para o coelho?

Lucy: Olhe para os besouros estúpido! Eles não têm a menor idéia de como e o que está a acontecer neste mundo.
Charlie Brown: O que se passa neste mundo?
Lucy: Eu não tenho a menor idéia.

"O objetivo da escola é estudar, estudar e estudar; para ir para o segundo grau e estudar, estudar e estudar; para ir para a faculdade e estudar, estudar e estudar; para conseguir um bom emprego, constituir família e ter filhos. Filhos que vão para a escola, para estudar, estudar e estudar..." (Linus van Pelt)

Lucy: "Schroeder... por que você nunca me mandou flores?"
Schroeder: "Porque eu não gosto de você!"

Lucy: Você não gosta de mim, né Schroeder?
Schroeder: Não. Na verdade eu nunca gostei de você e é provável que eu nunca venha gostar.
Lucy: Mas não vamos deixar isso atrapalhar o nosso eventual casamento não é?



“Esta é a minha postura deprimida. Quando estiver deprimido, não faz muita diferença de como você se coloca. A pior coisa que você pode fazer é endireitar-se e manter a cabeça pra cima, porque então você vai começar a sentir-se melhor”.
(Charlie Brown)

Charlie Brown: Dizem que a força da gravidade é 13% menor do que era 14,5 bilhões de anos atrás.
Lucy: De quem é a culpa?
Charlie Brown: Culpa? Não há culpa
Lucy: O que você quer dizer “Não há culpa?” Tem que ser culpa de alguém! Alguém tem de tomar a culpa! Encontre um bode expiatório!

Charlie Brown: A Escola inicia na segunda-feira.
Sally: Não para mim!
Charlie Brown: O que você quer dizer, não para você?
Sally: eu fui o ano passado!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Professor está sempre errado!

É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um "Adesivo".
Precisa faltar, é um "turista".
Conversa com os outros professores, está "malhando" nos alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não se sabe impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as hipóteses do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala correctamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é retido, é perseguição.
O aluno é aprovado, deitou "água-benta".
É! O professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele.

domingo, 10 de outubro de 2010

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.


Preste atenção!


O plantio é livre, a colheita, obrigatória ...
Preste atenção no que você está plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Não seja arrogante com os outros!

Um oficial do DEA (Drug Enforcement Administration) vai a uma fazenda, no
Texas e diz ao dono, um velho fazendeiro:
- Preciso inspecionar sua fazenda por plantação ilegal de maconha!
O fazendeiro diz:
- Ok, mas não vá naquele campo ali - e aponta para uma certa área.
O oficial, puto da vida e cheio de arrogância, diz indignado:
- O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?
E tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
- Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero, e entrar em qualquer
propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está
claro?
Me fiz entender?
O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava
fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do
governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo
Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que
será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está
apavorado.
O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas
as forças de seus pulmões:
- Seu crachá! Mostra o seu CRACHÁ...!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

I hate everything about you


Eu poderia fazer uma lista com tudo que não gosto em ti. Mais seria suficiente? Será que vou conseguir lembrar de todos os motivos quando você estiver na minha frente? Olhando em meus olhos e falando que me ama?
Claro que eu deveria ser mais forte. Olhar para você e falar "Eu parei de te amar às 3h45 da tarde."
Quando mais eu penso em me entregar totalmente a você... Tanto mais terror eu tenho do que seria de mim se esse teu amor ardente se apagasse.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

JÁ comeu HIPOGLÓS?


A história é verídica!!

É difícil de acreditar, mas o nome da iguaria faz muito sentido.

Hipoglós:


Um sujeito entra num restaurante em Manaus, e ao olhar o cardápio, se
espanta com o nome de um prato local.
Era um prato a base de peixe e chamava-se:
"HIPOGLÓS".
Espantado, pergunta o sujeito ao garçom:
- HIPOGLÓS???? Que raio de prato é esse?
E o garçon responde na bucha:

- É PACÚ ASSADO.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Aprenda a desprender-se das coisas...

Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou impossível recuperá-lo.

O homem tranquilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.

Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou:
- Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?

O homem prontamente respondeu
- De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.

O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.

Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.

Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir, constantemente, se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.