sábado, 28 de abril de 2012

Escolhas...

"Pedi uma definição ou me quer e vem, ou não me quer e não vem. Mas que me diga logo pra que eu possa desocupar o coração. Avisei que não dou mais nenhum sinal de vida. E não darei. Não é mais possível. Não vou me alimentar de ilusões.
Prefiro reconhecer com o máximo de tranquilidade possível que estou só do que ficar a mercê de visitas adiadas, encontros transferidos. No plano real: que história é essa? No que depende de mim, estou disposta e aberta. Perguntei a ele como se sentia. Que me dissesse. Que eu tomaria o silêncio como um não e ficaria também em silêncio. Acho que fiz bem."

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 21 de março de 2012

Em que grupo você quer estar...

Na faculdade de medicina um velho professor, com grande dose de paciência, tentou começar a aula, mas não conseguiu. Pediu silencio educadamente e nada. O professor perdeu a paciência e levantando a voz disse:
"Prestem atenção porque eu vou falar isso uma unica vez. Desde que comecei a lecionar, isso já faz muitos anos, descobri que nos professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro. Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume, são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
é uma pena muito grande nao termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possivel, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, entao teria o silencio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente nao ha como saber quais de voces sao estes alunos. So o tempo é capaz de mostrar isso.
Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para alunos especiais, apesar da confusao queestara sendo feita pelo resto. Claro que cada um de voces sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos a aula de ..."

quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulheres

Dotadas de mãos suaves e ternas
Que aconchegam e dão carinho,
Porem, ao mesmo tempo firmes
Para transmitir segurança na hora certa,
Mulheres,
Dotadas de olhos brilhantes,
Olhos que fitam com doçura,
Olhos que transmitem o que esta guardado
Dentro da sua alma
Olhos que não sabem mentir,
Mulheres,
Dotados de lábios delicados,
Lábios que falam de Deus,
Sobre o universo e de toda a criação.
Lábios que falam de Deus,
Sobre o universo e de toda a criação.
Lábios que cantam poemas sobre a vida
Lábios que são as portas
Que deixam escapar a verdadeira voz do amor,
Mulheres,
Que demonstram seu sofrimento
Da forma sincera e humana que existe
Mas que também não conseguem esconder
Quando estão completamente feliz
Mulheres,
Que sentem orgulho de serem mulheres
Mesmo sabendo todos os riscos que correm
Pelo fato de ser... Mulher
Mara Chan

terça-feira, 6 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Quem mexeu no meu queijo??

"O que você faria se não tivesse medo?"
"Antes tarde do que nunca"
"Quando você vence o seu medo, sente-se livre"
"Imaginar-me saboreando o novo queijo, antes mesmo de encontra-lo, conduz-me a ele"
"Quando mais rápido você se esquece do velho queijo, mais rápido encontra um novo."
"Notar cedo as pequenas mudanças ajuda-o a adaptar-se as maiores que ocorrerão."

quinta-feira, 1 de março de 2012

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O anel de Claddagh

O anel da Claddagh (irlandês: Chladaigh fáinne) é um tradicional anel irlandês dado como símbolo de amor ou usado como um anel de casamento, ou compromisso.

As características: duas mãos segurando um coração com uma coroa. O coração representa o amor, as mãos representam a amizade e a coroa representa a lealdade, elementos estes de fundamental importância em um relacionamento sadio.

Claddagh é um anel que pode ser usado como símbolo de uma grande amizade, relacionamento, eternidade, noivado, casamento dependendo da intenção do usuário, ele deve ser dado como presente.

Há três formas tradicionalmente aceitas de usar o anel que pode ser sinal de status de relacionamento com alguém ou não:

1)  Quando usado no dedo anelar direito, com a ponta do coração apontando para a ponta do dedo, o usuário é livre de qualquer apego.

2) Sobre o mesmo dedo com a ponta do anel virada para o coração, ele sugere que o usuário está envolvido romanticamente, ou esperando alguém muito especial.

3) Quando o anel está no dedo anelar esquerdo com a ponta do coração apontado para o coração do usuário, é por que está seriamente comprometida, seu coração já tem dono e o amor está em sua vida.

O anel de Claddagh continua sendo usado, principalmente por aqueles de descendência irlandesa, como um símbolo cultural e como anéis de noivado e casamento. O anel de Claddagh tem uma grande importância em muitas famílias por suas gerações, pois eles são passados de mãe para filha de geração para geração.

A história do anel de Claddagh remonta a mais de 300 anos. A pequena vila de pescadores na Irlanda chamada chamada Claddagh foi onde a tradição dos anéis Claddagh começou. Esta era uma vila bonita e antiga, com ruas tortuosas e pequenas casas de barro com telhado de palha. A modernização mudou tudo isso agora, mas a tradição do anel de Claddagh ainda vive na Irlanda e em várias partes do mundo.

História de origem do anel

A história da origem começa com um jovem de Galway pelo nome de Richard Joyce deixando o seu verdadeiro amor em terras Irlandesas para fazer a sua fortuna nas Índias Ocidentais. Quando ele navegou em direção ao seu objetivo, seu navio foi capturado por um bando de piratas e ele foi vendido como escravo para um rei  mouro.

Através dos muitos anos de serviços para o rei, Richard aperfeiçoou a arte de fazer jóias, tornando-se um mestre artesão e ganhando o respeito e a admiração de seu mestre. Quando o rei William III negociou a liberdade dos escravos em 1689, o mouro ofereceu a Richard a mão de sua filha e um dote saudável em cima disso. Mas Richard recusou pois seu coração ainda estava na Irlanda.

Voltando a Galway, Richard descobriu que sua amada tinha permanecido fiel a ele durante todos aqueles anos. Em tributo a seu verdadeiro amor, ele criou o anel Claddagh. As duas mãos representam a sua amizade. A coroa significa a sua lealdade. O coração simboliza o amor verdadeiro. Richard encontrou sua amada e apresentou o Claddagh primeiro a ela, como seu anel de casamento. E os dois viveram felizes para sempre nunca mais se separaram novamente.



Esta lenda da história Claddagh é verdadeira na história da Irlanda. Sendo que os primeiros exemplares encontrados do anel de Claddagh, á cerca de 300 anos atrás, tem as iniciais de Richard Joyce. A maioria dos estudiosos e pessoas comuns acreditam que a lenda do Sr. Joyce é a verdadeira origem da história do anel de Claddagh.